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| Reprodução |
O caso foi registrado como
"morte suspeita" e "morte acidental" depois que Mariana
passou pelo processo para realizar um tratamento para uma futura fertilização
in vitro.
Segundo o boletim de
ocorrência, a juíza realizou a coleta na última segunda-feira (4). O registro
policial aponta que, após receber alta por volta das 9h, Mariana voltou para
casa, mas passou mal e sentiu fortes dores.
A partir das queixas, a mãe de
Mariana a levou de volta à clínica por volta das 11h do mesmo dia. No local, a
juíza relatou que acreditava ter urinado na roupa, mas a equipe médica
constatou que ela havia sofrido uma hemorragia vaginal. O médico responsável
pelo atendimento chegou a realizar uma sutura na região para tentar conter o
sangramento.
Como o quadro se agravou
Após os primeiros
procedimentos, Mariana foi levada para a Maternidade Mogi Mater. Ela deu
entrada na unidade e foi encaminhada para UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
Já no dia seguinte (5), a
juíza passou por uma cirugia por volta das 21h. Mesmo com as medidas adotadas
pela equipe médica, o quadro da mulher evolui e se tornou mais grave. Durante a
madruga de quarta-feira (6), Mariana sofreu duas paradas cardiorrespiratórias,
passou por processo de reanimação, mas morreu logo no início da manhã.
Segundo a Polícia Civil, foram
requisitados exames ao IC e ao IML, e o caso foi registrado como morte suspeita
no 1° DP de Mogi das Cruzes. As investigações sobre o caso continuam.
Por CNN Brasil

















